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domingo, 9 de outubro de 2011

Obrigada Yoko! :)

9.Out.2011

Imagine Peace Tower


- John Lennon faria 71 anos neste dia;
- Sean Lennon comemora hoje 36 anos;
- John Entwistle também faria anos neste dia;
- Ahh... E a Bella McCartney [eu] também faz anos hoje!!!)

- Paul McCartney casou-se;
- Eleições da Madeira.


Mais alguma coisa??? É que eu estou ocupada a ver a Peace Tower ser iluminada... Se me escapou alguma coisa avisem!

P.S. Parabéns a mim! Foi nesta esta hora (21h) que, há um ano, comecei a ver os primeiros vídeos dos Beatles! Um ano depois toda a gente à minha volta canta as músicas deles!
Bella McCartney está feliz :)

Frase da Semana!



“Quando eu tinha 5 anos, a minha mãe disse-me que a felicidade era a chave para a vida. Quando fui para a escola, perguntaram-me o que queria ser quando crescesse. Eu respondi “FELIZ”. Eles disseram-me que eu não entendi a pergunta, e eu disse-lhes que eles não entendiam a vida.”


- John Lennon

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Foi há 40 anos!

Imagine all the people living life in Peace

"You may say I'm a dreamer but I'm not the only one.
I hope some day you'll join us and the world will live as one."

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Foi há 45 anos!



A última digressão dos Beatles na América. Estava a ler o livro The Catcher in the Rye, de J. D. Salinger, quando me lembrei disto!!
Já agora o livro não é nada de mais e fiquei deprimida ao lê-lo. E pensar que foi por causa deste monte de papel que mataram o John Lennon...

P.S. Alguém já comprou a última edição da revista Rolling Stone?? 

quarta-feira, 13 de julho de 2011

O Top 10 dos Casais de Rock de todos os tempos

O site da Gibson fez a lista do Top 10 das maiores lendas de casais do Rock.
Aqui ficam apenas os 3 primeiros. Como os outros casais não interessam ao público, em geral, do meu blog e a mim, em particular, se quiserem ver a restante lista procurem que eu tenho 6 filmes do Harry Potter para ver. Obrigado!



1º John Lennon & Yoko Ono



2º Kurt Cobain & Courtney Love



3º Paul McCartney & Linda McCartney

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Foi há 54 anos!





The Quarry Men a atuar em Woolton, na igreja paroquial de St. Peter, (Liverpool), a 6 de Julho de 1957. Foi neste [maravilhoso] dia que John Lennon conheceu Paul McCartney!!






"Esse foi o dia, o dia em que conheci o Paul, que as coisas começaram a progredir."  John Lennon



segunda-feira, 13 de junho de 2011

The Beatles LOVE by Cirque du Soleil - 5th Anniversary

Backstage at The Beatles LOVE 5th anniversary, after the performance.

Sir Paul McCartney, Yoko Ono & Sean Lennon, Olivia & Dhani Harrison, Sir George & Giles Martin, along with Cirque du Soleil President & CEO Daniel Lamarre, LOVE Director Dominic Champagne and Artistic Guide Gilles St-Croix, joined celebrity friends and family at The Mirage Hotel & Casino in Las Vegas for the 5th Anniversary celebration of The Beatles LOVE by Cirque du Soleil. Ringo is currently on tour in Europe and sent a video message that was played at the top of the show for more than 2,000 attendees.



Ringo 's presentation to the audience at The Beatles LOVE 5th anniversary© Rob Shanahan - 2011

Ringo Starr said, "George Harrison and Guy Laliberte had a chat at a party and it’s still rolling on. I feel like it’s one of those magic moments. George, who brought the idea to Apple, would have been pleased with the results and I truly think John would have, too. I mean, what’s not to like, it’s a really cool show."



 Sir Paul McCartney and Nancy Shevell

Sir Paul McCartney said, “As I said to George Martin at a rehearsal of the show in 2006, for me what is really strange about this is remembering writing these things, which is so little, little guitar, little piano, a little bit of paper and pencil on the back of an envelope, Sgt. Pepper or something. It is such a little process and now look what happened to it. It’s incredible.”



Yoko Ono and Sean Lennon, Dhani and Olivia Harrison at the LOVE 5th anniversary © Rob Shanahan - 2011

Olivia said "It would have made George so proud and happy to be here on the 5th anniversary of our wonderful show in Las Vegas. Dhani & I, on George’s behalf, would like to congratulate Guy,all of the friends that we have made in the course of this journey & of course the extraordinarily talented cast & incredibly hard working crew that have made this show possible. We look forward to being back here in 5 more years"

Yoko Ono Lennon said, “John would have been thrilled to see the success of LOVE after 5 years. In fact, he would have been proud of how his music has been presented so beautifully and successfully by the partnership of The Beatles and Cirque du Soleil. The Beatles’ family members are getting together for this occasion in Las Vegas to celebrate this momentous occasion, and I am happy to be here."



Sir George and Giles Martin at the LOVE 5th anniversary© Rob Shanahan - 2011

Sir George Martin said, “The Beatles music is really some of the best music we’ve had in the last century. Children continue to rediscover the music, generation after generation. It’s like saying why is Gershwin timeless? Their music is part of history, it will last forever.”



domingo, 8 de maio de 2011

Frase da Semana!


“Quando fizeres algo nobre e belo e ninguém notar, não fiques triste, porque todas as manhãs o Sol faz um espectáculo glorioso e, no entanto, a maioria da plateia ainda dorme…”

  
   
John Lennon.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

100 Melhores Artistas de Todos os Tempos

A revista Rolling Stone elegeu os 100 melhores artistas de todos os tempos. E adivinhem quem ficou em 1º lugar? BEATLES, claro que sim!
Atrás dos Meus Meninos ficaram Bob Dylan, Elvis Presley, Rolling Stones e Chuck Berry, por esta ordem. John Lennon foi o único Beatle a fazer parte desta lista, ficando em 38º lugar.
O facto de Paul McCartney não entrar nesta mesma gerou muitas críticas pois o trabalho musical realizado a solo por este é equivalente ou superior ao de John Lennon [não falando, claro, na qualidade que essa é bem evidente!]. Como um homem que continua a vender discos, que foi homenageado por ambos os líderes do Reino Unido e dos Estados Unidos e tem escrito e escreveu canções que marcaram uma geração, ter ficado de fora é inexplicável.






Afinal nem tudo é mau! É bom saber mais de 40 anos após a sua dissolução, o trabalho dos Beatles continua a ser reconhecido por todos :)


domingo, 17 de abril de 2011

10 Razões para considerar John Lennon um Herói da Classe Trabalhadora:



 Sobreviveu a 3 abandonos: do pai, da mãe e da tia pois ninguém queria criar uma criança tão problemática;
 Era desprezado por todos e chegou mesmo a ser agredido algumas vezes por colegas;
 Era odiado por ser um génio e desprezado por ser idiota;
 Perdeu a mãe que foi [ridiculamente] atropelada por um polícia bêbado quando vinha embora da casa da tia Mimi. John tinha 17 anos;
 Teve a capacidade de perdoar e de ajudar o pai (que o abandonou) e que só se lembrou dele quando a Beatlemania se instalou na Inglaterra;


 Escreveu as mais belas músicas de todos os tempos e a parceria luminosa com Paul McCartney tornou-se a mais bem sucedida da história da música;
 Fez da Yoko Ono a mulher mais amada e mais feliz possível;
 Lutou a favor dos direitos das mulheres, defendendo sempre a sua esposa, Yoko, dos comentários maldosos feitos por todos, no geral, e pelos fãs dos Beatles, em particular;
 Promoveu a Paz entre todas as pessoas [não de uma forma fútil e hipócrita como é feito hoje em dia];
10º Apesar de ninguém ter tido compaixão por ele quando era ainda um "Nowhere Boy", apesar de ter perdido a mãe, o pai e ainda o seu amigo Stuart Sutcliffe, apesar de ter trabalhado durante 13 longos anos até à exaustão juntamente com os outros Beatles e quase sem nenhum reconhecimento pelo seu trabalho, John conseguiu tornar-se uma lenda e influenciar milhões de pessoas de todas as partes do mundo, mesmo 30 anos após a sua morte!



E porque a vida é o que acontece enquanto estamos ocupados a fazer outros planos... 
Paz e Amor para todos :)

domingo, 13 de março de 2011

Frase da Semana!



“O John Lennon tinha um problema: ele achava que era Deus. O meu problema? Eu acho que sou o John Lennon.”






Noel Gallagher.

domingo, 6 de março de 2011

Paul McCartney - "Up and Coming Tour" (São Paulo, Brasil)


      Por trás dos cabelos longos e bigode, ele está a olhar para baixo, a observar algo fixamente. É surpreendido pela chegada do companheiro, que possui cabelos ainda mais longos que quase escondem os óculos de aro fino. O recém-chegado senta-se ao lado do amigo, olhando para baixo e apertando os olhos devido à miopia. Após alguns segundos, pergunta:
      – Ele já entrou no palco?
      – Já. Está a tocar há alguns minutos – responde o amigo.
      – Onde é?
      – No Brasil. Em São Paulo, acho eu.
      – Está cheio?
      – Muito.
      O de óculos permanece em silêncio alguns segundos, a tentar captar o som que vem de baixo, de longe.
      – O que é que ele está a tocar agora? Jet?
      – Acho que sim, não dá para ouvir direito por causa da gritaria. Mas acho que sim.
      – Eu gosto desta música.
      – Ele está a falar com a plateia, mas não consigo entender nada.
      – Acho que é português. Não dá para ouvir direito, o público não deixa.
      – Connosco também era assim. Lembraste no Japão? Ninguém ouvia nada.
      – Olha! All My Loving!
      Ambos começam a bater as mãos no joelho, de forma quase inconsciente, a acompanhar o ritmo da música. “I’ll pretend that I’m kissing…”, o de bigode canta baixinho.
      – George! Ainda te lembras da letra!
      – Como é que me poderia esquecer? Aposto que também te lembras.
      – Eu lembro-me de todas. Todas as músicas. Todos os versos.
      – Ele ainda está afinado, não está?
      – Ele sempre cantou muito bem. Desde menino, ele sempre cantou bem.
      Ficam em silêncio mais um pouco, a olhar para baixo atentamente.
      – Qual é agora? Drive my Car
? A plateia está a fazer muito barulho.
      – Drive my Car.
Essa é quase toda dele, sabias? Eu apenas o ajudei em alguns trechos.
      – Está no Rubber Soul, não é?
      – Acho que sim. Sim.
      – A plateia está a cantar a música inteira.
      – Como eles sabem a letra? Eles ainda nem eram nascidos quando lançamos isso.
      – Não sei… Mas eles estão cantando a música inteira, John. Dá para ver daqui.
      Permanecem em silêncio por mais algum tempo. O de óculos, mesmo sem perceber, balança a cabeça para os lados discretamente, ao som da música.
      – Ele foi para o piano.
      – Eu nunca entendi como é que ele sabia tocar tantos instrumentos. Isto não é normal.


      – Qual é a que ele está a tocar agora? The Long and Winding Road?
      – Sim.
Olha! As pessoas estão a chorar!
      Afastando os cabelos do rosto, o míope aperta ainda mais os olhos, vasculhando a multidão.
      – Não gosto desta música – diz ele, mais para si mesmo do que para o amigo.
      – É linda. Ninguém conseguia fazer baladas como ele.
      – Mas não gosto. Nós mal nos falávamos nessa época.
      – Acontece. Acontece com todo mundo, por que não iria acontecer connosco?
      – É verdade.
      – Ele está a tocar as nossas, olha. Antes foi And I Love Her. Agora é Blackbird.
      – Eu não acredito que as pessoas ainda cantam com ele, depois de tantos anos… A letra não está a aparecer no telão? – pergunta o de óculos, abaixando-se ainda mais para tentar ver o palco.
      – Não, elas sabem mesmo. Dá para perceber daqui.
      – Ele disse o meu nome?
      – Sim. Você sabe qual ele vai tocar. Ele escreveu para você.


      – Estás bem, John?
      – Eu e ele perdemos muito tempo. Hoje eu sei disso.
      – Eu sei.
      – Sabe, George… Se nós soubéssemos que eu teria tão pouco tempo, talvez nos tivéssemos comportado de outra maneira.
      – Talvez não. Vocês sempre foram melhores amigos. Ele sabia disso. Ele faz questão de cantar essa, todos os concertos. E ele sabe que estás a vê-lo. Ele não canta para a plateia, ele canta para ti. É a forma que ele encontra de matar um pouco a saudade.
      – Será?
      – Sim. Eu senti muito a tua falta antes de nos reencontramos. Olha as pessoas lá em baixo, estão a soluçar. Todos sentem tua falta.
      – Eu sinto muito a falta dele. Eu sinto muita saudade dos Beatles. Especialmente do começo. Lembra da Alemanha?
      – Nós ainda éramos uns meninos… Tudo era o máximo, tudo era novidade. Nós éramos novidade.
      – Nós ainda somos novidade. Olha, esta é tua!


      – Eu lembro-me de quando a escrevi. Era difícil escrever algo com vocês lá.
      – Esta música é linda.
      – Olhe! No telão! Ele colocou uma foto minha!
      – Nós gostávamos muito de ti. Eras o mais novo, víamos-te como uma espécie de irmão mais novo.
      – Eu sei – concorda o de bigode, rindo alto.
     Esperam em silêncio a plateia aplaudir. Ao final da música, ambos estão visivelmente emocionados, cada qual com suas lembranças. Os acordes de uma nova canção parecem despertá-los.
      – Eu gosto desta!
      – Esta é dele, não é nossa.
      – Band on the Run? Mas poderia ser nossa.
      – Se dependesse de mim, seria.
      – Ah, sim. De todos nós, sempre foste o mais roqueiro, esta música é a tua cara.
      – Ele fez muita coisa boa, não é?
      – Sim.
      Enquanto o de óculos bate os dedos no joelho, o de bigode, sentado de pernas cruzadas transforma sua própria coxa no braço de uma guitarra imaginária. Ambos parecem distantes, talvez pensando não no que foi, mas no que poderia ter sido.


      Enquanto o de bigode tamborila os dedos no ritmo, o seu amigo tira os óculos rapidamente. Está a chorar.
      – Choras sempre nesta música.
      – Foi uma das últimas que escrevemos juntos. Mesmo separados. Metade é minha, metade é dele. É estranho, hoje, vê-lo a cantar a minha parte, e eu aqui.
      – Ele não está a cantar sozinho.
      – Como não?
      – Olhe o estádio. É uma voz só, uma voz de sessenta mil pessoas.
      – O que são aquelas coisas brancas? Balões de gás?
      – Sim.
      – Como fica bonito, a ver daqui de cima.
      – Espera… Give peace a chance? Isso não era da música, certo?
      – Não.
      – Isso é teu!
      – Sim.
      – O estádio inteiro está a cantar! Olha os balões de gás! As pessoas estão a chorar, a abraçar-se.
      O de óculos resmunga um palavrão, sorrindo. Os seus óculos estão embaçados, molhados de saudade.
      – Let it be. Esta não poderia faltar.
      – Eu não me conformo com isto, com as pessoas ainda saberem as letras inteiras.


      – Eu gosto desta também.
      – Uau! Viste aquilo, John? São fogos?
      – Ficou espectacular, não é?
      – Nós não tínhamos isso no nosso tempo.
      – Nós não precisávamos.
      – Mas ele também não precisa. Mesmo assim, ficou lindo.
      – O que é que as pessoas estão a cantar agora?
Hey Jude?
      – Sim… Estão abraçadas, a cantar com ele.
      – É engraçado, George… Eu sei que nós éramos bons… Mas acho que nunca entendi a importância que temos na vida das pessoas, até pouco tempo atrás. Quando eu assisto aos concertos dele, e vejo as pessoas a cantar com ele, chorando… Mexe muito comigo
      – Nós éramos bons, John. Tu sabes disso.
      – Aparentemente, ainda somos. As pessoas ainda…
      – Ainda o quê?
      – Sabes, eu estava errado.
      – Ah?
      – Quando eu disse que o sonho acabou. Eu estava errado.
      – Nós três sempre soubemos disso, que estavas errado. Sempre falaste demais. Lembras-te aquela confusão de sermos maiores do que Jesus?
      – Sim… Mas o sonho… O sonho nunca acabou. Eu errei.
      – John?
      – Sim?
      – O sonho nunca vai acabar. Não enquanto as pessoas se lembrarem. E elas vão se lembrar para sempre.
      A sorrir, John Lennon levanta-se e oferece a mão a George Harrison.
      – Estás com a tua guitarra?
      – Eu estou sempre com minha guitarra, tu sabes.
      – Vamos tocar um bocado?
      – Qual?
      – Uma qualquer. Fiquei com saudades.
    
      Milhões de quilómetros abaixo, Paul McCartney, emocionado, agradece à plateia.




George Harrison & John Lennon


 
Um Pequeno Aparte...
 
 
 

sexta-feira, 4 de março de 2011

Foi há 45 anos!

Faz hoje, dia 4 de Março de 2011, 45 anos que Jonh Lennon disse a célebre frase:  Agora, nós [Beatles] somos mais populares que Jesus Cristo!




Estavam no ano de 1966 e John encontrava-se numa entrevista com a jornalista Maureen Cleave. Foi então que Lennon disse: "O Cristianismo vai encolher e desaparecer. Eu não preciso de discutir isso, eu estou certo e vou prová-lo. Agora, nós somos mais populares que Jesus Cristo. Eu não sei qual será o primeiro a desaparecer - o Rock'n'Roll ou o Cristianismo. Jesus estava certo mas os seus discípulos eram grossos e ordinários!"




Em algumas partes dos Estados Unidos, esta ideia não foi muito bem entendida e apenas em 2008, a Igreja Católica perdoo John Lennon pelos seus comentários.

John Lennon… The world is at your command!

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011